BLOG DO ONIPRESENTE

Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

WFO, entidade que PREMIOU SERRA, já TENTOU TOMAR HOSPITAL MUNICIPAL DE CAMBORIÚ



WFO pode pedir dinheiro do hospital de volta



A Dra. Deise Kusztra, presidente da WFO (Organização Mundial da Família), entidade que CONCEDEU UM PRÊMIO MISTERIOSO AO GOVERNADOR JOSÉ SERRA, já esteve no Forum de Justiça de Camboriú,SC, tentado inviabilizar o funcionamento de um hospital filantrópico.

Segundo ela, sua visita foi apenas para oferecer ao Ministério Público e à Justiça, se fosse necessário, seu depoimento sobre o caso do Hospital Municipal Ruth Cardoso.



Não houve qualquer tipo de depoimento ou documento levado ao Forum, segundo disse a Dra. Deise.

O problema que envolve a entidade e o Hospital é um contrato de obrigação de participação da WFO no treinamento do pessoal durante 8 meses e na supervisão de funcionamento durante dois anos.

Dra. Deise Kusztra alegou infundado temor que o Hospital se torne inviável ante a insistência do município, prefeito de Camboriú, Edson Renato Dias- PMDB, de não colocá-lo em funcionamento - possibilidade aventada pela tese do prefeito de que, não aceita e interferência de uma entidade de fora, e que nesses termos, sem a presença do Estado e do Governo Federal, não tem como funcionar.

A WFO, então, ajuizou uma ação para que o município devolvesse o investimento da instituição (R$ 8 milhões), corrigido monetariamente.



JOSÉ SERRA GANHA PRÊMIO DE MENTIRINHA

No Estadão:

(…) Em uma sala da ONU em Genebra, Serra recebeu um prêmio de uma entidade internacional e fez um discurso em tom de campanha, enumerando os avanços que conseguiu como ministro da Saúde (1998 a 2002) e apontando como suas políticas de acesso os medicamentos genéricos, que hoje são “exemplos para o mundo”.




No Twitter






Na Verdade

Foi Deisi Noeli Weber Kusztra, presidenta da Organização Mundial da Família (WFO, da sigla em inglês), que ninguém sabe onde fica, é quem CONCEDEU O PRÊMIO(?) A JOSÉ SERRA!



FURO DE MEIO MILHÃO NO CAIXA DE ENTIDADE PRESIDIDA PELA ANFITRIÃ DE JOSÉ SERRA

Deisi Noeli Weber Kusztra, TAMBÉM É Ex-diretora da Associação Saza Lattes, e está enrolada com recibos e outras obrigações, como prestar contas dos recursos que recebeu, é sabido, e explicações de como os gastou (não é sabido). Vai precisar prestar contas da própria gestão.

Deise Noeli Weber Kusztra vai ter que prestar contas do período em que foi diretora geral da Associação Sazza Lates. A decisão é referente ao processo que tramitava desde 2003 na décima oitava vara cível. Deise dirigiu a entidade filantrópica de 1987 até 2000. O diretor que assumiu no lugar dela, Paulo Azzolini, diz ter encontrado a Saza Lattes com um furo de R$ 592 mil no caixa.

CHEQUES DESCONTADOS POR UM LARANJA

Paulo Azzolini diz que boa parte da quantia saiu da entidade através de cheques de R$ 40 mil cada que eram descontados por um funcionário. Foram sete cheques descontados entre fevereiro e setembro de 2000.

Outra fraude freqüente, segundo Paulo Azzolini, era a movimentação de recursos para pessoas e entidades sem qualquer relação com a Saza Lattes. Esse tipo de movimentação teria sido constatado em uma auditoria que revelou que o buraco no caixa da associação era ainda maior.

DEISI gosta de PROMOVER REELEIÇÃO DE GOVERNADORES

Fala mansa, a presidente da prestigiosa Organização Mundial da Saúde, a mesma que PREMIOU JOSÉ SERRA nesse prêmio ARMADO, e que tem problemas com prestação de contas de recursos numa entidade de Curitiba/PR, gosta de promover governadores em época de eleição, como agora faz com José Serra!

Deisi Noeli Weber Kusztra, em 2005, em pleno Palácio de Despachos de Sergipe, concedeu uma entrevista para o programa eleitoral do candidato à reeleição João Alves Filho. Ela dizia que todos os imensos projetos e programas do governador em Sergipe estavam comprometidos na sua continuidade se João Alves não fosse reeleito para o Governo de Sergipe, ou seja, os recursos não iam chegar. De quebra, ela ainda falava o perigo da reeleição de Lula.

O governador João Alves Filho mandou para a Assembléia Legislativa um projeto garantindo que Sergipe estava para receber, de forma rápida e gratuita, cerca de US$ 115 milhões da organização da senhora Deisi Noeli Weber Kusztra. O projeto foi aprovado . Logo depois a senhora voltou a Aracaju e anunciou que Sergipe, graças ao governador, iria receber quase meio bilhão de dólares, mais precisamente US$ 470 milhões em projetos visando o desenvolvimento do estado. O projeto “Via Rápida”.

Resultado: Até hoje nada, nem via lenta, nem via coisa nenhuma.

CONCURSO PARA O SENADO

Querido(a) amigo(a)

Lamento me afastar de vocês, mas estou indo embora, e agora é pra valer!

Aprendi, a duras penas, a aproveitar as oportunidades que aparecem e essa eu não posso desperdiçar, pois como todos sabem, tenho muitos compromissos e preciso priorizar minha estabilidade financeira, para o meu próprio bem e em prol do bem estar da minha família. Assim, estou escrevendo para me despedir, pois estou de mudança para Brasília. Espero ainda conseguir marcar um encontro para tomarmos um Royal e selar minha despedida. A razão da mudança é que passei em um concurso público para Diretora do Senado e vou assumir o cargo de DIRETOR DE FAX COM ENFASE EM E-MAIL.

Não vou revelar o vultoso salário que vou receber, mas posso adiantar que é infinitamente maior do que o de vocês (rsrsrsrsrsrs), sem falar nos benefícios como plano de saúde, plano odontológico, auxílio moradia, auxílio alimentação, auxílio vestimenta, auxílio academia de ginástica, auxílio lipoaspiração e pasmem: até auxílio cueca! (foi a parte que eu mais gostei).

Como eu sou uma pessoa muito bacana e gosto muito dos meus amigos, vou dar uma dica: caso tenham interesse em concorrer no próximo concurso, estou encaminhando a prova que fiz para que vocês possam estudar e ir se preparando. Assim que tiver um novo concurso, eu os avisarei. Segue a prova:

CONCURSO PÚBLICO INTERNO DO SENADO

As questões foram elaboradas a pedido do digníssimo atual Presidente do SENADO para provar que não existe essa história de nepotismo e favorecimento pessoal, e que é preciso estudar muito para ter seu cargo garantido após passar por um concurso consistente em um processo seletivo muito rígido.

QUESTÕES:

1) Um grande presidente brasileiro foi Castelo _________

( ) Roxo

( ) Preto

( ) Branco

( ) Rosa choque

( ) Amarelo

2)Um líder chinês muito conhecido chamava-se Mao-Tsé......

( ) Tang

( ) Teng

( ) Ting

( ) Tong

( ) Tung

3) A principal avenida de Belo Horizonte chama-se Afonso...

( ) Pêlo

( ) Pentêlho

( ) Penugem

( ) Pena

( ) Cabelo

4) O maior rio do Brasil chama-se Ama____

( ) boates

( ) zonas

( ) cabarés

( ) relinho

( ) inferninho

5) Quem descobriu a rota marítima para as Índias foi.....

( ) Volta Redonda

( ) Fluminense

( ) Flamengo

( ) Botafogo

( ) Vasco da Gama

6) A América foi descoberta por Cristóvão Co_____

( ) maminha

( ) picanha

( ) alcatra

( ) lombo

( ) carne de sol

7) Grande Bandeirante foi Borba _______

( ) Lebre

( ) Zebra

( ) Gato

( ) Veado

( ) Vaca

8) Quem escreveu ao Rei de Portugal sobre o descobrimento do Brasil foi Pero Vaz de ______

( ) Anda

( ) Pára

( ) Corre

( ) Dispara

( ) Caminha

9) Um famoso ministro de Portugal foi o Marques de ____

( ) Galinheiro

( ) Puteiro

( ) Curral

( ) Pombal

( ) Chiqueiro

10) D. Pedro I popularizou-se quando __________

( ) eliminou a concorrência

( ) decretou sua falência

( ) saturou a Paciência

( ) proclamou a independência

( ) liberou a flatulência

11) Pedro Álvares Cabral _____________

( ) inventou o fuzil

( ) engoliu o cantil

( ) descobriu o Brasil

( ) foi pra puta que pariu

( ) tropeçou, mas não caiu

12) Foi no dia 13 de maio que a Princesa Isabel______

( ) aumentou a tanajura

( ) botou água na fervura

( ) engoliu a dentadura

( ) segurou a coisa dura

( ) aboliu a escravatura

13) Um grande ator brasileiro é Francisco Cu______

( ) sujo

( ) de ferro

( ) oco

( ) largo

( ) apertado

14) O autor de Menino do Engenho foi José Lins do ____

( ) Fiofó

( ) C...

( ) Rêgo

( ) Furico

( ) Forevis

15) O mártir da independência foi Tira___________

( ) gosto

( ) cabaço

( ) que está doendo

( ) dentes

( ) e põe de novo

16) D. Pedro I às margens do Rio Ipiranga, gritou:___

( ) Hortência volte!

( ) Eu dou por esporte!

( ) Como dói, prefiro a morte!

( ) Independência ou morte!

( ) Maria, endureceu! Que sorte!

OBS: SEI QUE É DIFICIL, MAS ESTUDEM!!!!

A opinião da Folha e a distorção da informação

Em editorial neste domingo, a Folha de S.Paulo voltou a dar aulas práticas de anti-jornalismo em sua campanha contra a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e o aumento da remuneração da hora extra, de 50% para 75%. Inconformada com a decisão da Comissão Especial que aprovou, por unanimidade, o relatório favorável do ex-presidente da CUT e deputado Vicentinho (PT-SP) em apoio ao Projeto de Emenda Constitucional (PEC 231/95), a Folha tenta contra-atacar. Inicialmente, lembra que o momento não é propício, já que "as empresas brasileiras se veem forçadas a reduzir custos e elevar a competitividade para compensar os efeitos da crise global".

Nenhuma linha a respeito de que a última redução da jornada ocorreu em 1988 e que, de lá para cá, houve um crescimento exponencial da produtividade, superior a 150%. O dado desprezado desnuda justamente o grau de exploração a que o trabalhador foi submetido pelo capital, particularmente durante o período neoliberal. Tais índices são valores,
cifrões, devidamente apropriados pelas empresas, que não foram repassados para a força de trabalho.

Logo depois, a Folha busca rebater o estudo técnico do Dieese que aponta a necessidade da redução da jornada e da valorização da hora extra, pois possibilitam a criação de 2,2 milhões de empregos. "Tal suposição é equivocada. Se for aprovada, a proposta tende a elevar a informalidade e o desemprego justamente nos setores menos protegidos por sindicatos e pela fiscalização oficial", alerta o editorial. E acrescenta: "isso porque encarece o custo do trabalho, já onerado pela alta carga tributária sobre a folha de salários. Além disso, é mais um estímulo para que as empresas substituam trabalhadores por máquinas e aumentem o chamado desemprego estrutural".

Como o próprio Dieese já demonstrou, o impacto na folha de pagamento seria de cerca de 2%, absorvido em, no máximo, seis meses pelos impactos positivos da medida para o conjunto da economia. A respeito dos setores menos protegidos, que tal a Folha dedicar um centésimo do espaço em que veicula grandes empreendimentos imobiliários para ajudar no combate à informalidade no setor da construção civil, que beira os 70%? Quanto à substituição de trabalhadores por máquinas, a elevação do custo é tão risível quanto a tolice do argumento.

O editorial nos lembra ainda que "nos setores em que o avanço é economicamente possível, jornadas de 40 horas semanais já são contempladas por acordos ou convenções coletivas acordados livremente por patrões e empregados. Para esses segmentos, a emenda seria inócua". Outra tentativa de enganação já que, todos sabemos, o avanço dos acordos, bem como da legislação, é fruto da pressão crescente e constante, essencial para melhorar o patamar da reivindicação. Da mesma forma que vem ocorrendo com os pisos das categorias a partir da política de valorização do salário mínimo. Ela não torna o piso "inócuo", ela possibilita e impulsiona o seu aumento.

A publicação diz também que a proposta "se revela inoportuna em tempos de crise", cita a França, "onde a jornada de trabalho é de 35 horas semanais" e discute-se "exatamente a flexibilização das leis trabalhistas para atrair investimentos". Nada mais lógico: a Folha apostou durante o desgoverno FHC na submissão do país ao receituário neoliberal de privatização/desnacionalização, arrocho e precarização de direitos, o que acabou se transformando num círculo vicioso em favor do capital especulativo, das transnacionais e dos grandes monopólios privados. Ao contrário, nós lutamos por um círculo virtuoso, com o mercado interno sendo fortalecido, com as empresas nacionais sendo priorizadas: mais emprego, mais renda, mais consumo...

Empregos, nos ensina a Folha, "dependem justamente de investimentos e de uma boa educação". Nenhuma palavra sobre o apoio do jornal à desnacionalização do parque produtivo nacional nem sobre o desmantelamento das universidades públicas durante o período FHC.

O editorial termina alertando que "sozinhas, leis não criam postos de trabalho". A Folha não diz abertamente, mas induz a pensarmos que talvez seria melhor que os demotucanos retornassem. Afinal, se sós as leis não conseguem, que tal mal acompanhadas?

Haja paciência para tamanha incompetência.


Escrito por Quintino Severo, secretário geral da CUT Nacional

Deputado Fernando Ferro (PT-PE) defende Petrobras e rebate críticas da mídia contra sindicalistas

O Petista criticou nesta terça-feira (7) reportagem publicada no fim de semana pelo jornal O Globo sobre uma suposta "república sindicalista na Petrobras". O deputado estranhou a visão preconceituosa do jornal por colocar a condição de sindicalista como um impeditivo para ocupar cargos de direção.

Ferro lembrou que os brasileiros têm orgulho do trabalho que a direção da Petrobras vem realizando no governo Lula, que a colocou no topo das empresas petrolíferas globais. Com a nova direção, a empresa foi alçada a um "dos mais altos patamares de crescimento, de desenvolvimento, de pesquisa, de prospecção de petróleo", num processo que culminou com a descoberta do pré-Sal. " A Petrobras é um patrimônio do Brasil, é motivo de orgulho para todos os brasileiros."

Ferro lembrou que o jornal, durante o governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), em nenhum momento criticou a direção da Petrobras por ser ocupada, em certo período, não por um sindicalista, mas por Francisco Gross, um "funcionário do Banco (norte-americano) Morgan Stanley. Quer dizer, podem ser dirigentes da Petrobras grandes empresários, colarinhos-brancos, testas de ferro de multinacionais ou de bancos internacionais, mas criticam pessoas que se originaram da luta sindical".

Ferro lembrou que a atual direção da Petrobras levou a estatal a resultados infinitamente superiores ao período da gestão tucana. "Estranho esses jornalistas, que, com a cabeça no mercado, deveriam estar valorizando os trabalhadores dos que participam do governo" ou realizam uma boa gestão da empresa. " Não aceitamos essa crítica preconceituosa contra os sindicalistas, formados no movimento sindical e, hoje, gestores de primeira linha da nossa grande Petrobras. Isso é uma conquista da democracia deste país".

O parlamentar também criticou os autores da reportagem por desconhecerem que o próprio presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, era sindicalista. "O que há de estranho em haver sindicalista na Petrobras? Nós somos de um partido que surgiu de movimento sindical. Muitos dos que estão hoje no Governo começaram a sua vida política na luta sindical, na luta social, na luta comunitária".

Na análise de Fernando Ferro, os autores da reportagem devem achar que sindicalista é para ficar "a vida toda" em sindicato, o que configura uma "visão preconceituosa da política", segundo a qual os os trabalhadores jamais participariam do comando do país. "Na verdade, eles não aceitarão nunca a Presidência sob a direção do presidente Lula, porque para eles Lula é um sindicalista e deveria continuar eternamente na direção do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Não aceitam que o Presidente Lula faça o melhor governo da história deste país."

O petista observou que na época do governo demotucano de FHC tentou-se a privatização total da Petrobras, além do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e do setor elétrico. Porém, observou Ferro, a mídia escamoteou esses movimentos, já que os dirigentes dessas estatais na ocasião eram "gestores do mercado, figuras de colarinho branco, a tropa das multinacionais".

Ele lembrou que boa parte dos gestores privatistas do período FHC estão hoje prestando serviço a empresas privadas.


Mais informações sobre o caso podem ser obtidas no blog http://www.blogspetrobras.com.br/fatosedados/

Luis Nassif desmonta a ficha falsa de Dilma

Em sua coluna no Último Segundo, Luis Nassif apresenta em primeira mão os laudos técnicos demonstrando a falsificação publicada pela Folha de S.Paulo (5/4/2009) como se fosse uma ficha da Ministra Dilma Rousseff no Dops. No último dia 28, o jornal anunciou ter recebido os laudos, mas não expôs seu conteúdo. Nassif pediu-os à ministra; expôs na coluna os resultados mais incisivos; e ainda coloca à disposição dos internautas fac similes dos documentos, em seu Portal Luis Nassif.

A célebre falsa ficha, tomada do Laudo da Unicamp

Para conferir os laudos técnicos clique aqui (www.luisnassif.com.br). Os recursos de programação usados permitem ampliar os documentos e examiná-los em detalhe. Abaixo, a íntegra da coluna no Último Segundo.

Um dos episódios jornalisticamente mais polêmicos dos últimos anos foi o caso da suposta ficha da Ministra Dilma Rousseff no Dops. Dilma acusou o jornal de ter se valido de uma ficha falsa. O jornal refutou, dizendo que não poderia garantir que a ficha era verdadeira, mas tão pouco comprovar que era falsa. Dilma insistiu e enviou ao jornal dois laudos contratados por ela, junto a peritos da Universidade Nacional de Brasília (UnB) e Unicamp. O jornal insistiu que não poderia garantir que a ficha era falsa, por não ter o original para comparar - um contra-senso que, levado ao pé da letra, legitimaria qualquer falsificação.

Solicitei e recebi os dois laudos da Ministra, para poder avaliar. As conclusões são inequívocas e desmentem o jornal.

O laudo da Unicamp é assinado por Siome K. Goldenstein e Anderson R. Rocha, do Instituto de Computação.

Suas conclusões:

1. A imagem publicada na Folha Online não é a mesma publicada pelo jornal.

2. A imagem foi digitalmente fabricada. A foto foi recortada de uma outra fonte, o texto foi adicionado posteriormente de forma digital e é improvável que qualquer parte da ficha tenha sido escaneada do Arquivo Público de São Paulo - onde a ficha estaria depositada, segundo a Folha.

3. A moldura da ficha foi scaneada (copiada através de uma máquina scanner). Já a foto de Dilma foi colocada digitalmente. Na foto, os pixels (pontos que compõem a imagem)são exatamente iguais. A probabilidade de isso ocorrer em uma foto convencional é de 10 elevado a 30.000. Para efeito de comparação, a possibilidade de duas pessoas terem o mesmo DNA é de 10 elevado à 12ª potência.

4. As letras foram digitalmente acrescentadas.

O laudo da UnB é ainda tão definitivo quanto o da Unicamp:

1. O laudo analisou três sites que tinham a tal ficha. E se baseou naquele que tinha melhor resolução, o Viomundo. Na sua resposta, a Folha disse que o laudo se baseou na foto de um site que costuma criticar a imprensa - argumento tolo, já que o laudo concluía que as três fichas tinham a mesma procedência.

2. Comparou as impressões digitais da ficha original, do DOPS, com os da ficha falsa. Constatou que eram diferentes. A probabilidade de serem iguais era de zero.

3. Analisando as bordas da ficha, constatou que as duas dobras eram exatamente iguais, possivelmente usando o chamado efeito espelhado.

4. Foram utilizadas as fonte MS San Serif (do sistema operacional Windows) e Courier (BM). Em alguns casos, foram colocadas letras desalinhadas (como o S), mas também de forma digital, porque todas as letras S são idênticas.

Antes disso, leitores do meu Blog (www.luisnassif.com.br) já tinham chegado à mesma conclusão. Como André Borges Lopes, em um trabalho detalhado sobre a foto.

Sua conclusão: "Duvido que surja algum especialista sério no mundo capaz de afirmar que existe alguma chance, remota que seja, dessa ficha ter sido originada pelo escaneamento de um documento físico. Mas a Folha não precisa gastar dinheiro com especialistas. É bem possível que qualquer estagiário do departamento de arte do jornal seja capaz de desmascarar esse engodo."

Fonte: Portal Luis Nassif

Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

A Engraxataria da Câmara dos Deputados

Vai graxa, doutor deputado?



As primeiras versões da história sobre os reluzentes sapatos de suas excelências os senhores deputados surgiram em dezembro de 2003. Naquele ano, e ao longo do ano seguinte, a mensagem desancava o então presidente da Câmara dos Deputados, o deputado João Paulo Cunha (PT-SP).


Em 2005, com a eleição do deputado Severino Cavalcanti (PP-PE), a história tomou novo alento e as indignações se renovaram.

Já em dezembro 2007, o 'responsável' pela suposta licitação era Arlindo Chinaglia (PT-SP).

O fato é que o serviço de engraxataria existiu.

Nota distribuída pela Câmara dos Deputados em 10 de Dezembro de 2003 dizia que "A Casa mantinha serviços de engraxataria ... O serviço de engraxataria foi fechado e as cadeiras estão em processo de venda...."

Às 19:52h do dia 14 de abril de 2005, a Agência Câmara da Câmara dos Deputados emitiu nota esclarecendo o assunto. Veja Câmara esclarece boato sobre engraxataria.

Diz a nota: ..."os equipamentos de engraxataria antes existentes estão recolhidos ao depósito desde 2003."





Essa página não mais encontra-se disponível. Em seu lugar surge o aviso "The page cannot be found".

Pesquisando o termo engraxataria na página principal da Câmara dos Deputados surge apenas uma lembrança daqueles tempos:

"Edifício Principal

"O conjunto arquitetônico da Câmara dos Deputados compõe-se do edifício principal e de quatro anexos, totalizando 135.000m², excluídos os jardins externos e estacionamentos.

O Edifício Principal, de uso comum da Câmara e do Senado, é onde ficam os plenários, os diversos salões, a Presidência e as Secretarias da Mesa Diretora, algumas Lideranças Partidárias, a Secretaria-Geral da Mesa, além de bancos, lanchonetes, e até mesmo um salão de beleza e uma engraxataria."



(É verdade. Também existe um salão de beleza para tornar mais belos os ilustres deputados e as ilustres deputadas.)





Mais de dois anos depois, os depósitos da Câmara dos Deputados ainda guardavam tão preciosas relíquias dos bons tempos em que suas excelências desfilavam, pelo Congresso Nacional, os seus reluzentes sapatos. Velhos tempos, bons tempos...

Quanto aos ex-engraxates, a nota divulgada em 2003 diz que "...os adolescentes foram transferidos para outros setores da Casa, mais propícios à aquisição de conhecimentos, e qualificação profissional, como Informática, Atendimento ao Público, Operação de Máquinas, etc."

A nota de abril de 2005 diz que, em vez de engraxates, a Câmara contratou ou vai contratar 417 adolescentes.

Diz ela: "O contrato prevê a prestação de serviço como mensageiros de 417 adolescentes.. ".

São 513 deputados federais e 417 mensageiros. Quase um mensageiro para cada representante do povo brasileiro. Certamente, entre esses mensageiros não se encontram nepotes nem outros parentes de suas excelências os senhores deputados...



Será que os 417 mensageiros irão substituir os programas gerenciadores de mensagens como o Outlook Express, o Eudora e o Thunderbird? Ou eles serão treinados nessas áreas do conhecimento? :)






As mensagens dizem que os custos da nobre engraxataria seriam de R$ 3.135.000,00 por 12 meses. Dá R$ 261.000,00 por mês ou ainda R$ 8.700,00 por dia.

O remetente de uma das mensagens fez alguns cálculos e concluiu que com a verba diária de R$ 8,7 mil seriam MAIS DE 3.500 PARES DE SAPATOS ENGRAXADOS DIÁRIAMENTE. PODE?

Pode não.

Conclusão: a engraxataria foi extinta em 2003.

Em 2008, existem, à disposição dos nobres deputados, apenas assessores parlamentares, assessores, manicures, pedicures, assessores, cabeleireiros e barbeiros. E, dependendo do cargo ocupado na mesa da Câmara, motoristas, seguranças, assessores, garçons, cozinheiros e maitres. E mais assessores.

Pode?

Pode, sim.


Se não mais existe engraxataria, ainda existe salão de beleza com manicures, pedicures, cabeleireiros e barbeiros a disposição dos senhores deputados. A esperança é que esses tratos deixem deputados e deputadas mais fotogênicos quando aparecerem diante dos holofotes e das câmeras da TV Câmara. Eles merecem. O povo brasileiro merece? ;-(



Coisa que não se comenta nessas mensagens é sobre a criação e a instalação da tal engraxataria, quando ela foi instalada, quanto tempo permaneceu lustrando os pisantes dos ilustres deputados e deputadas. Alguém lembra do nome dos ilustres presidentes da Câmara dos Deputados durante a existência desse essencial serviço público mantido com o dinheiro do contribuinte?



Versão de abril de 2009.



Date: 2009/4/29
Subject: Graxa na Câmara.


COINCIDENTEMENTE, QUANDO ESTOURA INFORMAÇÕES BOMBÁSTICAS SOBRE ESSES BANDIDOS, COMO ATUALMENTE *A FARRA AÉREA*, AÍ CRIAM-SE, GRIPES "AVIÁRIAS OU SUÍNAS, ETC" PARA DESVIAR A ATENÇÃO DA POPULAÇÃO, QUANDO EXISTEM INÚMERAS CASOS DE EPIDEMIAS MUITO MAIS SÉRIAS QUE AFETAM NOSSA POPULAÇÃO.........


Arlindo Chinaglia

A GRAXA NA CÂMARA:
Os sapatos dos nossos parlamentares devem brilhar mais que as ' barrigas inchadas e verminadas' das nossas crianças famintas...

Acredite se quiser...

'O ex-presidente da Câmara Federal', o Deputado Arlindo Chinaglia ( PT - SP) , quer todos os parlamentares, assessores e funcionários da casa de sapatos reluzentes.

Abriu uma licitação para contratar serviços de engraxataria no prédio, num total de R$ 3.135 milhões por 12 meses, o que dá R$ 261 mil por mês ou ainda, R$ 8,700 mil por dia.

O valor diário equivale à alimentação de 174 famílias num mês, pelas normas do falido FOME ZERO! ' A CUSTOS DA INICIATIVA PRIVADA, SÃO MAIS DE 3.500 PARES DE SAPATOS ENGRAXADOS DIARIAMENTE.
PODE???

É pessoal, os palhaços somos nós..
Temos que pagar o projeto FOME ZERO e com os sapatos desengraxados, ou pior, sujos com toda essa lama, na qual se mistura os dirigentes desta pobre nação.

Por favor, repassar esse e-mail já é fazer alguma coisa.





Na versão de março de 2008 foi adicionada a seguinte observação:

É pessoal, os palhaços somos nós...
Temos que pagar o projeto FOME ZERO e com os sapatos desengraxados, ou pior, sujos com toda essa lama, na qual se mistura os dirigentes desta pobre nação.




Versão de janeiro de 2008.




Data: 7/1/2008 14:36
Subject: Berrante

Acredite se quiser...

O presidente da Câmara Federal, o Deputado Arlindo Chinaglia (PT - SP) , quer todos os parlamentares, assessores e funcionários da casa de sapatos reluzentes. Acaba de abrir uma licitação para contratar serviços de engraxataria no prédio, num total de R$ 3.135 milhões por 12 meses, o que dá R$ 261 mil por mês ou ainda, R$ 8,700 mil por dia .

O valor diário equivale à alimentação de 174 famílias num mês, pelas normas do falido Fome Zero!

A custos da iniciativa privada, são mais de 3.500 pares de sapatos engraxados diáriamente.

É pessoal, os palhaços somos nós...








Versão de 2007.



Sent: Thursday, December 13, 2007 3:05 PM
Subject: *BR* Vai graxa??


Depois de sentar na graxa na votação da CPMF......

"Há quem diga que o poder embriaga, mas em alguns casos ele enlouquece. E a loucura desta vez ficou por conta do presidente da Câmara Federal, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP). O parlamentar, no exercício de suas atribuições, abriu licitação para serviços de engraxataria. Ao módico preço de R$ 3,13 milhões por doze meses. A barbárie representa um gasto equivalente a R$ 261 mil mensais ou R$ 8,7 mil diários. O Arlindo é mais um maluco beleza, por isso que a CPMF vai fazer falta, haja sapato pra engraxar."






Versão de 2005.



Assunto: Graxa, muita graxa para tirar a lama dos sapatos dos deputados...

A GRAXA NA CÂMARA

INACREDITÁVEL!!!


Os sapatos dos nossos parlamentares devem brilhar mais que as barrigas inchadas e verminadas das nossas crianças famintas ......

Acredite se quiser...

"O presidente da Câmara Federal, o triste Deputado SEVERINO, quer todos os parlamentares, assessores e funcionários da casa de sapatos reluzentes. Acaba de abrir uma licitação para contratar serviços de engraxataria no prédio, num total de R$3.135 milhões por 12 meses, o que dá R$261 mil por mês ou ainda, R$ 8,7 mil por dia . O valor diário equivale à alimentação de 174 famílias num mês, pelas normas do FOME ZERO! "

A CUSTOS DA INICIATIVA PRIVADA, SÃO MAIS DE 3.500 PARES DE SAPATOS ENGRAXADOS DIÁRIAMENTE. PODE?

É pessoal, os palhaços somos nós... Temos que pagar o projeto FOME ZERO e com os sapatos desengraxados, ou pior, sujos com toda essa lama, na qual se mistura os dirigentes desta pobre nação.

Por favor, repassar esse e-mail já é fazer alguma coisa.






Versão 2003/2004.



ENGRAXANDO OU FOLHEANDO A OURO?

O presidente da Câmara Federal, deputado JOÃO PAULO CUNHA (PT-SP), quer todos os parlamentares, assessores e funcionários da casa de sapatos reluzentes. Acaba de abrir uma licitação para contratar serviços de engraxataria no prédio, num total de R$ 3.135.000,00 por 12 meses. Dá R$ 261.000,00 por mês ou ainda R$ 8.700,00 por dia. O valor diário equivale à alimentação de 174 famílias num mês, pelas normas do Fome Zero.

Pior ainda, os idiotas pagantes somos nós...e com os sapatos desengraxados!

Repassar este e-mail prá todo mundo já é fazer alguma coisa: MEXA-SE!

PELO RETROVISOR

Indústria deixa crise para trás

Aos poucos, Usiminas, Vale e empresas do setor de gusa em MG retomam produção, religam alto-fornos e animam fornecedores. Expectativa é de, pelo menos, manutenção de empregos
Marta Vieira e Marcos Avellar



Fábrica da Usiminas em Ipatinga, no Vale do Aço: aposentados com experiência já estão sendo recontratados para a reativação do alto-forno 2


Novos sinais de recuperação das encomendas das indústrias de mineração e siderurgia, dois dos setores mais afetados em Minas Gerais pela crise financeira mundial, animam o comércio e o cinturão de fornecedores dessas empresas em municípios da Região Central do estado e do Vale do Aço. A expectativa de religamento até o fim da semana do alto-forno 2 da usina da Usiminas, em Ipatinga, informação ainda não confirmada pela siderúrgica, se juntou às notícias sobre a reativação de mais quatro fornos das fábricas de ferro-gusa (matéria-prima para fabricação de aço) de Sete Lagoas e ao anúncio do presidente da Vale, Roger Agnelli, de retomada das atividades da mineradora na reserva de Gongo Soco, em Barão de Cocais.

O pior momento da crise já passou para Roger Agnelli, embora a companhia ainda trabalhe com um cenário difícil para este ano (leia mais abaixo). As operações da mina de Congo Soco foram paralisadas logo depois do estouro das bolsas de valores, em setembro, da mesma forma que outras reservas da mineradora no estado, como estratégia para se ajustar à baixa demanda por minérios e aço no mundo, ante a escassez do crédito. Em Ipatinga, o alto-forno 2 da Usiminas está paralisado desde janeiro pelo mesmo motivo. Em recente entrevista à imprensa, o presidente da siderúrgica, Marco Antonio Castello Branco, havia informado que a empresa passa pela maior crise de sua história, sacrificada com a queda de vendas tanto no mercado interno quanto no exterior, e não esperava poder religar fornos antes do fim do ano.

Em Ipatinga, segundo o sindicato local dos metalúrgicos, a reativação do alto-forno 2 já está sendo preparada para os próximos dias. Aposentados com experiência na operação do equipamentos estão sendo recontratados por empresas prestadoras de serviços à Usiminas, informou Luiz Carlos de Miranda, presidente do sindicato. “Queremos mais produção e empregos. As informações que chegam ao sindicato mostram que está em curso uma recuperação do setor”, afirma.

Conforme estimativa do sindicato de Ipatinga, 1,1 mil trabalhadores foram demitidos da siderúrgica, diante da turbulência mundial, e outras 1,6 mil pessoas perderam emprego nas empresas fornecedoras de matérias-primas e de serviços à companhia. A Usiminas informa ter demitido 842 trabalhadores entre janeiro e março nas usinas de Ipatinga e Cubatão, de um efetivo de 15 mil empregados.

Embora sem informações oficiais sobre a data de religamento do forno, comerciantes e industriais de Ipatinga já mostram alívio com as notícias que circulam na cidade. Os fornecedores do setor de metal-mecânica foram os mais prejudicados pela queda de encomendas, de acordo com o presidente da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária do município, Gustavo Ataíde Souza. “Acreditamos num início de melhora do nível das encomendas. O comércio não sentiu tanto a crise quanto a indústria em seu faturamento, mas já vinha registrando aumento da inadimplência”, afirma. Por meio de sua assessoria de imprensa, a Usiminas informou que não há cronograma definido para o religamento de fornos na usina.

Ainda segundo informações do sindicalista Luiz Carlos de Miranda, foi acertado um acordo com a siderúrgica que dá preferência à recontratação dos demitidos , quando a empresa recuperar o nível de atividade na fábrica. Depois das demissões feitas no começo do ano e da interferência do Ministério Público do Trabalho, a companhia se comprometeu a comunicar com antecedência ao sindicato da categoria, a realização de novos cortes, o que não voltou a ocorrer. A reativação da mineração e da siderurgia significa serviços também para os produtores de ferro-gusa. Em Sete Lagoas, o sindicato local dos metalúrgicos registrou o religamento de cinco fornos no mês passado e a reativação continua até agosto, notícia tão esperada pelo presidente da instituição, Ernane Geraldo Dias.

Unesco homenageia Lula com prêmio da Paz

07/07/2009



O prêmio da Paz Felix Houphouët-Boigny foi criado em 1989 e todos os anos é entregue a pessoas ou a organizações que promovem a paz.



Marco Alfaro, da Rádio ONU em Nova York.



A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, irá homenagear, nesta terça-feira, em Paris, na França, o presidente Luis Inácio Lula da Silva com a entrega do Prêmio da Paz Felix Houphouët-Boigny.

O prêmio da Unesco, criado em 1989, carrega o nome do primeiro presidente da Cote d'Ivore, antiga Costa do Marfim, e todos os anos é entregue a pessoas ou organizações que promovem a paz.

Presenças Ilustres

A solenidade aconterá na sede da Unesco e contará com a presença do presidente de Cabo Verde, Pedro Pires, do primeiro-ministro de Portugal, José Sócrates, e do ex-secretário de estado americano, Henry Kissinger.

O líder interino do júri da Unesco, o ex-presidente de Portugal, Mario Soares, falou à Rádio ONU sobre o trabalho social de Lula e a busca da paz no Brasil e na América Latina.

"Ele recebeu o prêmio por ser uma pessoa de paz. E por ser uma pessoa que quer o desenvolvimento de seu país e sobretudo assegurar o fim da distância entre os brasileiros ricos e pobres. Ele vem promovendo o equilíbrio social no Brasil, a paz entre as diferentres etnias e tem feito muito pela paz na América Latina" disse.

Agraciados

A galeria de contemplados com o prêmio da paz da Unesco inclui o rei da Espanha, Juan Carlos, o ex-presidente da África do Sul e prêmio Nobel da paz, Nelson Mandela, e o ex-presidente americano Jimmy Carter.







O Prêmio pela paz Félix Houphouët-Boigny foi criado em 1990 pela UNESCO:



"para honrar pessoas e atividades de entidades públicas ou privadas, ou instituições que deram uma significativa contribuição para promover, buscar, salvaguardar ou manter a paz em conformidade com a Carta das Nações Unidas e a Constituição da UNESCO."



O prêmio possui o nome de Félix Houphouët-Boigny, ex-presidente da Costa do Marfim. É entregue anualmente, podendo não ser conferido. O prêmio é de 122 mil euros, sendo dividido em partes iguais no caso de vários vencedores. O único brasileiro que recebeu o prêmio foi o Presidente LULA, no ano de 2009



Premiados


1991

Nelson Mandela
África do Sul


"Pela sua contribuição à paz internacional, por encorajá-los a continuarem com o esforço e como tributo ao que fez para educar seu povo em direção ao entendimento e a superação dos preconceitos que muitos não teriam pensado há anos atrás"



Frederik Willem de Klerk


1992

Hague Academy of International Law
Holanda

"Nós acreditamos que o mundo está em uma nova fase da relações internacionais. Muito diferente do que saímos há pouco (...) e nós estamos convencidos que o direito internacional deve ter um papel mais importante na resolução de disputas internacionais e na solução de problemas internacionais."


1993

Yitzhak Rabin
Israel

""Concluiu-se este ano que, naturalmente, o mais dramático e mais importante evento foi o acordo entre os palestinos e Israel, e a nossa comisão tem, portanto, conferido Prêmio pela Paz Félix Houphouët-Boigny para o Primeiro-Ministro Yitzhak Rabin e ao Ministro das Relações Exteriores Shimon Peres do lado israelita, e ao presidente Yasser Arafat para a Organização de Libertação da Palestina"."



Shimon Peres



Yasser Arafat
Palestina



1994

Juan Carlos I of Spain
Espanha

"(...) O Rei da Espanha, pelo seu papel na garantia da transição democrática, pela sua contínua contribuição pela proteção das minorias na transição democrática, e pelo papel internacional de conciliação que a Espanha tem atuado. A Carter, pela sua qualidade como presidente da Fundação Carter e pela sua contribuição pela busca da paz em diferentes partes do mundo e (...) continuando a contribuir antes mesmo do governo do seu país tê-lo chamado para o fazer."



Jimmy Carter
Estados Unidos da América


1995

Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados
Suíça

"Nós concordamos anonimamente em dar um duplo prêmio ao Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados pelo trabalho que tem feito, e para a Comissária de Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, Senhora Ogata, pela qualidade que ela adicionou à missão foi assinada por ela, pela excelência do trabalho e pela preocupação com os refugiados."



Sadako Ogata
Japão


1996

Álvaro Enrique Arzú Irigoyen
Guatemala





Rolando Morán


1997

Fidel V. Ramos
Filipinas

"Premiamos com o Prêmio pela Paz Félix Houphouët-Boigny conjuntamente o Presidente Fidel V. Ramos das Filipinas e o Senhor Nur Misuari, o Presidente da Frente de Libertação Nacional Moro pelo acordo que conlui com o fim do conflito em 2 de setembro de 1996 entre o Governo das Filipinas e a Frente de Libertação Nacional Moro."



Nur Misuari


1998

Sheikh Hasina
Bangladesh


"Na premiação de 1998 para Sheik Hasina, Primeiro Ministro da Repúblico Popular de Bangladesh, que assinou em 2 de dezembro de 1997 um acordo de paz que pôs fim a 25 anos de guerra civil, e ao Senador George J. Mitchell cujo trabalho permitiu as principais intervenções na crise irlandesa para a assinatura do Acordo de Belfast, o Júri quis chamar a atenção para os esforços desenvolvidos na busca da paz através do diálogo e da negociação."



George J. Mitchell

Estado Unidos da América


1999

Comunidade de Sant'Egidio
Itália


"Fazemos isso em reconhecimento aos esforços para a consecuão de um entendimento ecumênico entre todas as religiões, seus esforços na concilição na Argélia, Moçambique, Guiné-Bissau e Iuguslávia, pela contribuição ao entendimento humano e da eliminação das fontes de conflitos religiosos, políticos e étnicos."


2000

Mary Robinson
Irlanda

"Nós decidimos premiar com o Prêmio pela Paz Félix Houphouët-Boigny à senhora Mary Robinson, Alta Comissariada das Nações Unidas para os Direitos Humanos, pela sua grande contribuição na defesa e promoção dos Direitos Humanos. A decisão, claro, foi unânime."


2001

Não Premiado





2002

Kay Rala Xanana Gusmão
Timor Leste


"Estamos honrados em conferir o Prêmio pela Paz Félix Houphouët-Boigny em sua edição de 2002 ao Presidente Xanana Gusmão pela sua contribuição na luta pela diginidade humana e por sua conduta que elevou o espírito humano não só em sua região, mas no mundo.


2003

Roger Etchegaray
França




Mustafa Cerić
Bósnia e Herzegovina


2004

Não Premiado





2005

Abdoulaye Wade
Senegal



2006

Não Premiado





2007

Martti Ahtisaari
Finlândia



2009

Luiz Inácio Lula da Silva
Brasil





Terça-feira, 7 de Julho de 2009

Tá complicado ser candidato pelo PT

Antes, LULA NÃO PODIA SER PRESIDENTE, pois não tinha SEGUNDO GRAU...


Agora, o PROBLEMA da Dilma que não tem DOUTORADO...


E José Serra que não tem NEM GRADUAÇÃO... COMO FICA???

Altamiro Borges: mídia oculta os desastres do Plano Real

Na semana passada, os jornalões decadentes e as emissoras privadas de televisão fizeram grande alarde para “comemorar” o aniversário do Plano Real. O desgastado FHC foi bajulado por vários articulistas e âncoras de TV, sendo apresentado como o “salvador da pátria”, que “estabilizou a economia e derrotou a inflação”.



Por Altamiro Borges, em seu blog



O ex-presidente Itamar Franco até saiu do limbo para criticar a excessiva exposição do seu ministro da Fazenda e para se assumir como o autêntico “pai do Real”. O tucano José Serra também ganhou os holofotes da mídia, numa nítida campanha pré-eleitoral.



No livro Era FHC — A Regressão do Trabalho, escrito em conjunto com Marcio Pochmann, atual presidente do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA), argumentamos que o Plano Real não foi toda essa maravilha pintada pela mídia. A estabilização conservadora da economia causou recorde de desemprego, brutal arrocho de salários, precarização do trabalho e o desmonte das leis trabalhistas.



Ela foi imposta com base na privatização criminosa das empresas estatais, na abertura indiscriminada da economia, na desnacionalização das empresas e na mais descarada orgia financeira. O Brasil se transformou no paraíso dos rentistas, dos especuladores.



“Afora os marqueteiros oficiais, todos concordam que o resultado final desta política de FHC foi um grande desastre. Nestes oito anos, o Brasil regrediu brutalmente nas relações de trabalho. Os milhões de desempregados, de brasileiros que subsistem no mercado informal, de precarizados e dos que perderam seus parcos direitos sentiram na carne os efeitos desta política”, afirmava-se na apresentação do livro, publicado em agosto de 2002.



Dois meses depois, o presidente FHC seria rechaçado pelas urnas, o que evidencia que o povo brasileiro, diferentemente na mídia venal, não esqueceu os efeitos destrutivos e regressivos do Real. A mídia omite, mas o povo não é bobo!

A VISITA DO CARNICEIRO DE ISRAEL

Altamiro Borges: Terrorista de Israel e silêncio da mídia

http://blogpesadelo.blogspot.com/2009/07/altamiro-borges-terrorista-de-israel-e.html

Nos meses de abril e maio passado, a mídia hegemônica fez um baita escândalo contra a visita ao Brasil do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que estava agendada há meses para assinar vários acordos comerciais de interesse dos dois países. A TV Globo chegou a dar destaque a um reduzido protesto da comunidade israelense no Rio Janeiro. Alegando compromissos eleitorais, o governo iraniano cancelou a viagem na última hora, o que foi comemorado como “uma vitória dos direitos humanos” pela mídia colonizada, ventríloqua dos interesses imperiais dos EUA.

Logo na seqüência, em junho, a mesma “grande imprensa” fez o maior escarcéu com o resultado das eleições no Irã, que garantiram 64% dos votos para Ahmadinejad. Ela amplificou a mentira de que a eleição fora fraudada. Nem o alerta de um diretor da “informada” CIA, confirmando a legitimidade do pleito, serviu para acalmar os ânimos colonizados dos barões da mídia. Eles não disfarçaram o temor com a rebeldia crescente do Irã, que coloca em risco os “valores ocidentais” e desafia o decadente imperialismo. Nos mesmos dias, o assassinato de dezenas de indígenas no Peru, um país vizinho, foi ofuscado pelas manchetes contra a “fraude” no Irã. Haja engodo!

Rechaçar a visita do ministro-terrorista

Agora, esta mesma mídia manipuladora silencia sobre a visita ao Brasil, em julho, de um dos maiores carniceiros da Israel, o ministro de Relações Exteriores Avigdor Lieberman. Neste caso, não há dúvidas ou suspeitas: Lieberman é um racista assumido, que prega descaradamente ações terroristas. O jornal Água Verde, publicado no Paraná, preparou um dossiê sobre esse asqueroso personagem que, evidentemente, não será reproduzido pela chamada “grande imprensa”. Vale à pena conhecer sua história, até para organizar, desde já, protestos contra a sua indesejada visita.

“Virá ao Brasil no final deste mês de julho o racista e terrorista israelense Avigdor Lieberman, ministro das Relações Exteriores de Israel, com a única tarefa de pressionar o governo brasileiro a romper relações com o Irã, país com o qual o Brasil tem ótimas relações comerciais. Em todo o país estão sendo organizadas manifestações de repúdio à vinda de Lieberman, um judeu sionista (racista) nascido na Moldávia.

Lieberman participou da quadrilha liderada por Ariel Sharon e responde a processos na Justiça por envolvimento com o crime organizado (Máfia Russa), incluindo tráfico de drogas. Ele é fundador do partido de extrema direita Yisrael Beitenu (“Israel é nossa casa”), que apoiou o atual primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em troca de cargos no governo. Entre as declarações racistas e criminosas do terrorista Lieberman destacamos as seguintes:

“Transformar o Irã num aterro”

- Em 1998, ele defendeu a inundação do Egito através do bombardeio da Represa de Assuã;

- Em 2001, como ministro da Infraestrutura Nacional de Israel, propôs que a Cisjordânia fosse dividida em quatro cantões sem governo palestino central e sem a possibilidade dos palestinos transitarem na região;

- Em 2002 o jornal israelense Yedioth Ahronoth publicou a seguinte declaração de Lieberman: “As 8 da manhã nós vamos bombardear todos os seus centros comerciais, à meia-noite as estações de gás, e às duas horas vamos bombardear seus bancos”.

- Em 2003 o diário israelense Haaretz informou que Lieberman defendeu que os milhares de prisioneiros palestinos detidos em Israel fossem afogados no Mar Morto, oferecendo, cinicamente, ônibus para o transporte;

- Em maio de 2004, ele propôs um plano de transferência de territórios palestinos, anexando os territórios palestinos e expulsando a população nativa;

- Em maio de 2004, afirmou que 90% dos 1,2 milhão de cidadãos palestinos de Israel “tinham de encontrar uma nova entidade árabe para viver”, fora das fronteiras de Israel. “Aqui não é o lugar deles. Eles podem pegar suas trouxas e dar no pé!”

- Em maio de 2006, ele defendeu o assassinato dos membros árabes do Knesset (Parlamento israelense) que haviam se encontrado com os membros do Hamas integrantes da Autoridade Palestina para discutir acordos de paz na região;

- Em dezembro de 2008, defendeu o uso de armas químicas e nucleares contra a Faixa de Gaza, afirmando que seria “perda de tempo usar armas convencionais. Devemos jogar uma bomba atômica em Gaza para reduzir o tempo de conflito, assim como os EUA atacaram em Hiroshima na Segunda Guerra”, afirmou em entrevista em jornal israelense Haaretz;

- Em junho de 2009, discursou no Knesset israelense ameaçando “transformar o Irã num aterro”, através do bombardeio do país com armas nucleares.

ABUTRES



A vEJA está cada vez mais abusada. Não se deram por vencidos com o factóide criado : O TERCEIRO MANDATO. Mesmo com o sepultamento dele (o factóide), dão sobrevida ao GOLPE. (isso sim).



"O presidente Lula já disse diversas vezes que não aceita. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, também falou que a mais alta corte de Justiça do país não aprova. Até o PT, o maior interessado na mudança, divulgou um manifesto contra. Ainda assim, depois de quase três anos de desmentidos, começou a tramitar na semana passada a proposta de emenda à Constituição (PEC) que permite ao presidente Lula disputar um terceiro mandato no ano que vem. De autoria do deputado federal Jackson Barreto, do PMDB de Sergipe, a emenda foi apresentada com 215 assinaturas de deputados e condiciona o terceiro mandato à realização de plebiscito marcado para setembro. O golpe, que ganhou força com a luta da ministra Dilma Rousseff contra um câncer, mal começou sua marcha e já corre o risco de ser varrido para o lixo da história. É que, assim como seu conteúdo, a tramitação da PEC também é um trambique. Das 215 assinaturas apresentadas, 32 estavam duplicadas. As 183 restantes foram reduzidas para 166, cinco a menos do que o necessário, depois que dezessete parlamentares retiraram seu nome ou alegaram nunca ter assinado a tal lista. O golpe dentro do golpe fez a Câmara devolver a PEC ao deputado Barreto. Ele promete reapresentá-la nesta semana".



Por favor, contenha a ânsia de vômito!

Lula lança O Presidente Responde de olho no povão

A grande mídia não gostou, para variar. Mas a coluna semanal O Presidente Responde, assinada por Luiz Inácio Lula da Silva em 94 jornais do país, visa falar diretamente ao brasileiro comum, por cima da má vontade dos barões da grande mídia. Em sua estréia, nesta terça-feira (7), Lula responde a três mulheres. Fala dos gastos governamentais com a Copa de 2014, do modo de pagar o programa Minha Casa, Minha Vida, das filas do SUS - coisas da "ponta da linha" da relação governo-cidadãos.

Por Bernardo Joffily

A má vontade da mídia hegemônica pode ser aquilatada pela coluna de Eliane Cantanhêde na Folha de S.Paulo de hoje. A jornalista reclama que nenhuma das três perguntas selecionadas seja "obre mensalão, aloprados, dossiês, muito menos sobre a operação de salvamento do Sarney e de humilhação do PT". Não ocorre a ela que estes são temas tão superlativamente esmiuçados por veículos como a Folha que, com toda certeza, uma coluna a mais apenas choveria no molhado.

Mas a Cantanhêde anda preocupada. Lula já tem o programa de rádio Café com o Presidente, tem o site da Presidência, depois, virão um blog e até um twitter, para interagir com a opinião pública, "é Lula para todo lado", onde já se viu?

"Para isso existe e resiste a imprensa independente, que mantém espaços de opinião, ao lado do farto noticiário diário sobre o presidente, para trazer ao debate a crítica, o contraponto, o questionamento real, a saudável provocação. É claro que Lula e os lulistas não gostam. [...] Mas é democrático", pontifica a colunista. "Ainda mais quando o presidente se coloca acima do bem e do mal. E sonha com a unanimidade."

É duvidoso que Lula, um político que, como ele costuma dizer, "tem lado", sonhe com a unanimidade: quem "tem lado" sempre desagrada o lado de lá. Basta ver o que pensam os barões da mídia para verificar que não há chance de unanimidade à vista.

Porém afora a unanimidade é isso mesmo, Eliane Cantanhêde: bem vinda ao século 21. Agora vai ser assim. Com a revolução comunicacional em curso, quem tiver o que dizer, seja presidente da República, jornalista ou outro ser humano qualquer, tem o direito à palavra e, dependendo do que diga, será ouvido. A coluna de Lula, com suas perguntas e respostas diretas, certamente terá audiência.

Parafraseando a jornalista, é claro que os barões da mídia não gostam. Mas é democrático. Veja portanto a íntegra da coluna de estreia de Lula.

"Natália Miranda Vieira, 36 anos, professora universitária de Natal (RN) - Como o governo federal vai garantir que não haja uma sangria de dinheiro público nas obras que serão realizadas para a Copa de 2014, a exemplo da que ocorreu nas obras para os Jogos Pan-americanos de 2007?
Presidente Lula - Não houve sangria do dinheiro público. Os investimentos no Pan superaram o previsto porque o planejamento inicial, que não foi da responsabilidade do nosso governo, não previu itens necessários para a execução do evento, como por exemplo, segurança pública e a capacidade de 45 mil lugares do estádio João Havelange, projetado para apenas 10 mil pessoas. O governo federal teve que arcar com compromissos do estado e do município, o que não acontecerá com a Copa de 2014. Vamos fazer um planejamento detalhado das obras e depois reunir representantes dos estados e dos municípios sedes para definir responsabilidades, dando transparência ao processo. O Ministério do Esporte vai monitorar as obras para que tudo esteja pronto antes de 2014.
Leila Dalgolbo, 41 anos, pensionista de Cariacica (ES) - Em relação ao programa Minha Casa, Minha Vida, gostaria de saber por que não é feito o desconto das prestações em folha do INSS e se legaliza de vez a tão sonhada casa própria dos menos favorecidos? E por que as pessoas não podem se cadastrar pelo computador em vez de ficarem mofando em imensas filas?
Presidente Lula - O desconto na folha de pagamentos do INSS já é amplamente adotado pelo sistema bancário brasileiro e pode vir a ser realizado pelo programa Minha Casa, Minha Vida. É uma segurança para os bancos e uma comodidade para os pensionistas. Em relação aos trabalhadores da ativa, os descontos poderão vir a ser feitos na folha de pagamentos. Quanto à possibilidade de cadastramento pela internet, sua pergunta é, na verdade, uma ótima sugestão. As áreas específicas do governo serão acionadas para o estudo e a possível adoção dessa alternativa. O cadastramento também pode ser feito pelo 0800-726-0101 da Caixa Econômica. O mais importante é que o programa atende a boa parte da demanda por moradia e cria um grande número de empregos na construção civil e nas empresas que produzem telhas, tinta, canos, pias, tijolos, vasos, tomadas, torneiras, chuveiros etc., tudo contado aos milhões.
Anna Maria Marcus, 60 anos, dona de casa de Diadema (SP) - Diariamente a gente vê na televisão o caos na saúde nos principais estados brasileiros e o mau atendimento nos hospitais públicos. Por que é tão difícil oferecer assistência médica de qualidade pelo SUS?
Presidente Lula - Sabemos que há problemas no SUS, como filas e dificuldades para se marcar um exame ou consulta, o que é um transtorno para as pessoas mais fragilizadas. Conhecemos essas deficiências e estamos permanentemente tentando eliminá-las. A questão é que temos o maior sistema de saúde pública do mundo. Imagine que 70% dos brasileiros dependem exclusivamente dele. E o restante é beneficiado em campanhas de vacinação, atendimentos de urgência, transplantes e aquisição de medicamentos de alto custo. O financiamento desse sistema é um desafio gigantesco. E as demandas aumentam sem parar e variam de natureza, devido ao crescimento da população e da porcentagem de idosos. De 2002 para 2008, a verba que o governo repassa a estados e municípios triplicou, passando de R$ 12 bilhões para R$ 37 bilhões. É bom lembrar ainda que, com a derrubada da CPMF, perdemos volume expressivo de recursos, que esperamos recompor com a regulamentação, pelo Congresso, da Emenda Constitucional 29."

Má notícia para o TIO REI!

Golpe em Honduras não vai resistir muito tempo, acredita Amorim


O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, disse hoje (6) que o governo interino que tomou o poder em Honduras não vai resistir à pressão política internacional. "Sem a ajuda econômica do Banco Mundial e do Banco Interamericano de Desenvolvimento, sem petróleo e com as relações comerciais suspensas com os Estados Unidos, o regime golpista não vai resistir muito tempo. O resultado disso não se vê em 24 horas, mas também não deve chegar a um mês, apenas alguns dias ou semanas", afirmou o ministro em entrevista coletiva na Embaixada do Brasil em Paris.

Amorim avalia que "o caminho natural é a volta do presidente Manuel Zelaya". O chanceler brasileiro afirmou que o golpe ocorrido em Honduras é fora da realidade do mundo atual. "Não existe mais no mundo lugar para um golpe como esse: chegar de manhã com uma metralhadora na cabeça e botar o presidente de pijama para fora do país."

Ele rejeitou a comparação entre os bloqueios impostos ao governo interino hondurenho após o golpe e as sanções a que Cuba vem sendo submetida desde a Revolução Cubana, há 50 anos. "A resolução da OEA [Organização dos Estados Americanos] que previa o embargo a Cuba era totalmente anacrônica, nada tem a ver com a democracia, falava de combate ao marxismo e ao leninismo como ameaças ao continente", analisou.

Amorim lamentou os incidentes violentos que culminaram na morte de duas pessoas ontem na capital hondurenha, e rejeitou a possibilidade de uma interferência brasileira com uso da força.

RUIM COM DIPLOMA DE JORNALISTA; PIOR SEM ELE!

O Globo é condenado por veiculação de informação inverídica

O jornal O Globo, através da Infoglobo Comunicações, foi condenado ao pagamento de indenização no valor de R$ 15 mil, a título de dano moral, devido à veiculação de notícia inverídica.
A decisão foi proferida, por maioria de votos, pelos desembargadores da Oitava Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio.

O delegado Paulo Roberto da Silva conta que foi dado como morto por notícia divulgada pelo jornal O Globo após troca de tiros com bandidos em Nilópolis. Segundo ele, mesmo depois de ter sido verificado o erro de reportagem, a empresa ré não publicou nenhuma nota retificando a informação.

A desembargadora Ana Maria Pereira de Oliveira, revisora do processo, ressaltou que "com efeito, a divulgação do suposto assassinato do apelante, em jornal de grande circulação, inequivocamente provocou aborrecimentos que superam os do cotidiano, estando, assim, configurado o dano moral".

Armação tucana no Senado

O Senado da República é o último bastião onde a oposição neoliberal e privatista tem peso significativo: lá, o DEM (ex-PFL), que míngua de eleição para eleição, ainda tem 14 mandatos e é a segunda maior bancada. Em terceiro lugar fica o PSDB, com 13.

Isto talvez ajude a entender os sucessivos escândalos que a oposição conservadora tem agitado por lá. Antes foram os ataques contra o senador Renan Calheiros, em 2007, que resultaram em seu afastamento da presidência da Casa. Agora as acusações, generalizadas, focam o atual presidente, José Sarney, mas também envolvem o campeão denunciatório, o tucano amazonense Arthur Virgílio. Calheiros e Sarney são senadores do PMDB, que tem a maior bancada, com 19 mandatos. E fazem parte da ala peemedebista aliada do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

Qualquer campanha de difamação, para funcionar, precisa ter uma parte de verdade. Enquanto não for feita uma reforma política democrática, velhos problemas da política nacional continuarão existindo. Referindo-se à crise atual, o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) quer ''austeridade'' e ''transparência máxima'' para as atividades do Senado, além de profissionalização de sua administração e a aprovação, pelo plenário, do diretor geral da Casa, além de fixar um tempo para seu mandato, que poderia ser de dois anos.

São medidas moralizadoras necessárias. Mas não eliminam outra consideração: a de que o objetivo da campanha da oposição tem pouco a ver com questões morais ou éticas, e mais - muito mais - com o apoio político do PMDB ao presidente Lula, e que ameaça os planos tucanos e dos ''democratas'' para a eleição de 2010.

O que está em jogo não são os eventuais desvios administrativos do Senado - que, como Inácio Arruda indica, precisam ser corrigidos - mas um projeto político para o Brasil. E os tucanos querem emplacar o seu, cujos maus resultados os brasileiros já viveram sob Fernando Henrique Cardoso.

É preciso ressaltar - e denunciar - que os responsáveis pela atual crise são os mesmos interessados em voltar para a mesma agenda negativa para o país, a agenda privatista, antipopular e antinacional que já aplicaram quando estiveram à frente do governo, entre 1995 e 2002. O lance anterior de seu jogo foi a tentativa de enxovalhar a maior empresa da América do Sul e uma das mais respeitadas do mundo, a Petrobras, com a criação de uma CPI que nem um fato determinado tem para ser constituída.

O objetivo da histeria tucana é rachar a aliança entre o PMDB, Lula e o PT; este é seu sonho dourado. Daí a armação disfarçada de campanha moralizadora. Compreender o caráter desta articulação golpista é fundamental para a base política do Governo, especialmente o Partido dos Trabalhadores, que tem a quarta maior bancada, com 12 senadores, e que não pode colocar em risco uma aliança que fortalece uma candidatura capaz de dar continuidade ao projeto político que hoje está à frente do governo brasileiro.

Editorial do VERMELHO

Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Além de Dantas, denúncia do MPF atinge 13 pessoas

A Procuradoria da República em São Paulo denunciou, além de Daniel Dantas, mais 13 pessoas ligadas ao banqueiro pelos crimes de formação de quadrilha, gestão fraudulenta, gestão temerária, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. O procurador Rodrigo de Grandis, autor da denúncia, afirmou que todos "constituíram um verdadeiro grupo criminoso empresarial, cuja característica mais marcante fora transpor métodos empresariais para a perpetração de crimes, notadamente delitos contra o sistema financeiro, de corrupção ativa e de lavagem de recursos ilícitos".



De acordo com De Grandis, o grupo financiou, quando estava no comando da Brasil Telecom (BRT), o "valerioduto", suposto esquema montado em 2006 pelo empresário Marcos Valério de Souza para pagamento de propina a congressistas. Apesar das denuncias, o MPF não pediu a prisão de nenhum dos acusados.



Foram denunciados Verônica Valente Dantas, sócia e irmã de Dantas; Dório Fernan, presidente do Banco Opportunity; Itamar Benigno Filho, diretor do banco; Danielle Silbergleid Ninnio, ex-assessora jurídica da BRT; Norberto Aguiar Tomaz, diretor do banco; Eduardo Penido Monteiro, diretor do banco; Rodrigo Bhering Andrade, diretor de empresas ligadas ao grupo; Maria Amália Delfim de Melo Coltrin, conselheira de empresas do grupo; Humberto José Rocha Braz, ex-diretor da BRT e consultor do Grupo Opportunity; Carla Cicco, ex-presidente da BRT; Guilherme Henrique Sodré Martins, lobista do Opportunity; Roberto Figueiredo do Amaral, lobista do Opportunity; e Willian Yu, consultor financeiro.



Dantas e Braz já foram condenados pelo crime de corrupção ativa, acusados de tentar subornar um delegado da Policia Federal (PF) para excluir banqueiro sócio-fundador do Opportunity e seus familiares do inquérito da Operação Satiagraha, da Polícia Federal (PF).



Na quarta-feira, será completado um ano que Dantas foi preso pela primeira vez, durante as investigações da Satiagraha. Depois de obter a liberdade, junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), por meio de um habeas-corpus, ele voltou a ser preso pela tentativa de suborno a um delegado, mas foi solto novamente após outro habeas-corpus do STF.



O Ministério Público (MP) arrolou 20 testemunhas, entre elas o presidente da Santos-Brasil, Wady Jasmim, e o ex-ministro Roberto Mangabeira Unger, que foi ''trustee'' (figura jurídica que existe nos Estados Unidos e que atua como representante dos interesses de uma empresa) do grupo Opportunity nos EUA.

LULA É O CARA: A MAROLINHA SE CONCRETIZOU!

Moody's coloca nota de crédito do Brasil em revisão

A agência de classificação de risco de crédito Moody's Investors Service colocou em revisão para possível elevação os ratings Ba1 de dívida em moeda local e estrangeira do governo do Brasil. A revisão, segundo comunicado da Moody's, foi motivada pela confirmação de uma maior resistência da economia a choques. Se a Moody´s elevar a nota do Brasil, o país passará a ser considerado grau de investimento também por esta agência. A Moody´s é a única entre as três grandes agências classificadoras de risco que ainda não conferiu o "investment grade" ao Brasil.

Em 29 de maio do ano passado, a Fitch Ratings elevou o rating brasileiro de BB+ para BBB-, grau de investimento. A Standard & Poor´s, por sua vez, foi a primeira entre as três maiores agências de rating do mundo a conceder o grau de investimento ao País, ao elevar, no dia 30 de abril de 2008, a nota brasileira de BB+ para BBB-.

A classificação de risco é uma ferramenta usada pelos investidores estrangeiros na hora de decidir em que país irão colocar suas aplicações. Ela reflete o risco que um país tem de não honrar o pagamento de seus títulos. Quanto melhor é a avaliação, menor é o risco e, portanto, maior é a capacidade do país de atrair investimentos. A partir de um determinado patamar de classificação de risco o país é considerado "grau de investimento". Ou seja, o risco de calote é muito baixo. Muitos fundos de investimento estrangeiro direcionam recursos apenas para países que têm esta classificação. Parte deles é mais exigente, aplicando apenas em países que são considerados "grau de investimento" por ao menos duas das três grandes agências.

Yeda é denunciada à Procuradoria da República por caixa 2



Empresário descreve, segundo o 'Zero Hora', 20 supostas denúncias de irregularidades na campanha de 2006

O procurador da República Alexandre Schneider enviou à Procuradoria-Geral (PGR), em Brasília, ofício em que o empresário Lair Ferst descreve 20 denúncias de irregularidades cometidas durante a campanha eleitoral da governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), no início de seu mandato. O documento foi reproduzido hoje pelo jornal Zero Hora. Ferst identifica-se no relato como um dos coordenadores de campanha de Yeda, informação negada pelo PSDB.



Entre as denúncias formuladas pelo empresário, está uso de caixa dois durante a campanha, a compra de uma casa por Yeda por valor superior ao declarado - adquirida no dia 6 de dezembro de 2006, pouco antes de assumir o cargo - e o suposto pagamento de propina a integrantes do governo ligados ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran).



Na semana passada, a assessoria do procurador-geral Antônio Fernando de Souza informou que ele analisava documentos sigilosos sobre a governadora.

Segundo Ferst, a casa de Yeda foi comprada por R$ 1 milhão, em vez dos R$ 750 mil previstos em contrato, e a diferença foi paga com caixa dois. O Ministério Público Estadual (MPE) recebeu representação sobre a compra da casa, formulada pela oposição.

A governadora Tucana do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), emitiu nota nesta segunda-feira, 6, em que reafirma a "obrigação de responsabilizar os que na ânsia de atacar e agredir afrontam a verdade e violentam a imagem de pessoas e instituições". A nota não especifica quais seriam os alvos do governo, que hoje foi sacudido pela divulgação de que o Ministério Público Federal enviou para a Procuradoria-Geral do órgão, em Brasília, relato do empresário Lair Ferst com 20 supostas irregularidades na campanha eleitoral e na gestão tucana.



"Todas as supostas denúncias são fatos já mencionados no passado, sem qualquer comprovação, com o claro objetivo de criar dúvida e estabelecer desconfiança na relação do governo com a sociedade", prossegue a nota, acrescentando que as contas da campanha eleitoral foram "julgadas, auditadas pelos órgãos competentes e aprovadas, o que permitiu a diplomação da governadora". A nota também afirma que o governo "aguarda com serenidade o desenvolvimento das investigações, confiando que a Justiça seja feita e respeitando todos os princípios democráticos".




O empresário Lair Ferst cita, em seu relato, uso de caixa 2 durante a campanha, afirma que Yeda comprou uma casa por valor superior ao declarado - adquirida no dia 6 de dezembro de 2006, pouco antes que ela assumisse o cargo - e que houve pagamento de propina a integrantes do governo ligados ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

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